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Balança comercial tem superávit de US$ 523,8 milhões na 3ª semana de maio

Em maio, o resultado comercial acumula superávit de US$ 3,112 bilhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 23,297 bilhões.

A balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 523,8 milhões na terceira semana deste mês. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira, 24, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia, o valor foi alcançado com exportações de US$ 6,034 bilhões e importações de US$ 5,510 bilhões.

Em maio, o resultado comercial acumula superávit de US$ 3,112 bilhões. No ano, o saldo é positivo em US$ 23,297 bilhões.

A média diária das exportações registrou nas três primeiras semanas de maio aumento de 6,9%, com queda de 1% em agropecuária, alta de 19,2% em Indústria da transformação e redução de 7,6% em produtos da indústria extrativa.

Já as importações subiram 33,8%, com alta de 14,8% em agropecuária, crescimento de 100,8% em indústria extrativa e de 30,7% em produtos da indústria da transformação, sempre na comparação pela média diária.

Exportações

Mensal

Até a 3º Semana de Maio/2022, o desempenho dos setores foi o seguinte: queda de -1,0% em Agropecuária, que somou US$ 5,35 bilhões; queda de -7,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 4,03 bilhões e, por fim, crescimento de 19,2% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 10,52 bilhões. A combinação destes resultados levou o aumento do total das exportações.

A expansão das exportações foi puxada, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos: Trigo e centeio, não moídos (2.020.155,1%), Milho não moído, exceto milho doce (9.597,3%) e Café não torrado (25,5%) na Agropecuária; Outros minerais em bruto ( 96,1%), Minérios de níquel e seus concentrados ( 110,1%) e Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (12,5%) na Indústria Extrativa ; Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (42,1%), Farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais (48,7%) e Gorduras e óleos vegetais, “soft”, bruto, refinado ou fracionado (100,5%) na Indústria de Transformação.

Por sua vez, ainda que o resultado das exportações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos registraram diminuição nas vendas: Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (-39,1%), Soja ( -8,3%) e Algodão em bruto (-21,5%) na Agropecuária; Fertilizantes brutos (exceto adubos) (-41,2%), Minério de ferro e seus concentrados (-20,8%) e Minérios de cobre e seus concentrados (-38,7%) na Indústria Extrativa ; Açúcares e melaços (-34,8%), Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (-17,5%) e Ouro, não monetário (excluindo minérios de ouro e seus concentrados) (-17,8%) na Indústria de Transformação.

Importações

Mensal

Até a 3º Semana de Maio/2022, o desempenho das importações por setor de atividade econômica foi o seguinte: crescimento de 14,8% em Agropecuária, que somou US$ 0,36 bilhões; crescimento de 100,8% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 1,45 bilhões e, por fim, crescimento de 30,7% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 14,97 bilhões. A combinação destes resultados motivou o aumento das importações.

O movimento de crescimento nas importações foi influenciado pela ampliação das compras dos seguintes produtos: Milho não moído, exceto milho doce (132,3%), Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas ( 45,5%) e Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (51,1%) na Agropecuária; Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (238,6%), Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus ( 94,8%) e Gás natural, liquefeito ou não ( 20,5%) na Indústria Extrativa ; Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (138,4%), Compostos organo-inorgânicos, compostos heterocíclicos, ácidos nucléicos e seus sais, e sulfonamidas (53,8%) e Adubos ou fertilizantes químicos (exceto fertilizantes brutos) (232,3%) na Indústria de Transformação.

Ainda que o resultado das importações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos tiveram diminuição: Soja (-27,3%), Outras sementes oleaginosas de copra ou linhaça (-36,9%) e Matérias vegetais em bruto (-28,8%) na Agropecuária; Pedra, areia e cascalho ( -8,2%), Minério de ferro e seus concentrados (-99,6%) e Minérios de cobre e seus concentrados ( -0,4%) na Indústria Extrativa ; Produtos semi-acabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (-92,0%), Alumínio (-44,1%) e Equipamentos de telecomunicações, incluindo peças e acessórios (-16,7%) na Indústria de Transformação.

Fonte: Ministério da Economia